A mulher porca é um texto dramático escrito pelo dramaturgo, diretor e roteirista argentino Santiago Loza. O texto foi traduzido por Gabriela Figueiredo e montado pelo grupo Mulheres Míticas em 2021, em Belo Horizonte, com direção de Sara Rojo.


Sobre o texto dramático: 

A mulher porca é uma história latino-americana repleta de dor e ironia. Órfã de mãe e abandonada pelo pai, uma moça tenta encontrar, na fé, o amparo necessário para a existência. Mas não há afeto para alguns corpos, somente violência e silêncio. Que a arte seja um amparo possível.

 

Sobre o autor:

Santiago Loza (1971) é escritor, cineasta, roteirista e dramaturgo, nascido em Córdoba, Argentina. Estudou no Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais (INCAA), na Escola Nacional de Experimentação e Realização Cinematográfica (ENERC); e Escola Municipal de Artes Dramáticas. É um dos criadores contemporâneos mais destacados da cena atual. Como dramaturgo escreveu as obras: Amarás la noche, Nada del amor me produce envidia, La vida terrenal, He nacido para verte sonreír, Matar cansa, Pudor en animales de invierno, Todo verde, La mujer puerca, El mal de la montaña, Tu parte maldita, Mau Mau o la tercera parte de la noche, Yo te vi caer, Almas Ardientes, Esplendor, Un minuto feliz (GAM, Chile), El Mar de Noche, La enamorada, Todas las canciones de Amor, El corazón del mundo, entre outras. Foram realizadas versões de suas obras no Chile, Estados Unidos, Espanha, França, Brasil e Uruguai. Publicou as obras: Nada del amor me produce envidia (Libros Drama, INT), Un gesto común (Libros Drama), Yo te vi caer (DocumentA/Escénicas), Textos reunidos (Biblos), Obra dispersa (Entropía), El hombre que duerme a mi lado (Tusquets), Empiecen sin mí (Libretto) e La Primera Casa (Tusquets). É diretor dos filmes: Extraño (2001), Cuatro mujeres descalzas

(2003), La invención de la carne (2009), Ártico (2008), Rosa Patria (2009), Los labios (2013), co-dirigida com Ivan Fund, La paz (2013), El asombro (2014), Si estoy perdido no es grave (2014), MALAMBO, el hombre bueno (2017) e Breve historia del Planeta Verde (2019).

 

Sobre a tradutora:

Gabriela Figueiredo (1987) é professora, dramaturga, tradutora e intérprete. Fundadora do espaço “Hablemos: educação, arte e cultura”, que se dedica a pensar o mundo a partir desse território chamado América Latina. Atualmente, é professora substituta de Língua e Literaturas Hispânicas na Faculdade de Letras da UFMG. Como dramaturga, assina os espetáculos: Clamor + e se Eva não tivesse dentes? e O Dezserto, estes com Grupo Mulheres Míticas; Rua das Camélias, da Cia. Vórtica; Atenção, da Academia Transliterária e AntígonaS, do Grupo de teatro Mulheres de Luta, do qual faz parte e com quem, durante o confinamento, roteirizou e produziu o vídeo Vozes de Luta. É idealizadora do projeto poético performático #poesiaemarmas e faz parte do “Colectivo Iberoamericano de Creadores en Red”. É tradutora da revista anual de teatro Subtexto, do Galpão Cine Horto, há quatro anos. Também realizou a tradução de Classe, de Guillermo Calderón; Filofobia, de Marcos Fábio de Faria; Es solo una formalidad, do Grupo Quatroloscinco Teatro do Comum, além de vários textos teóricos, artigos e ensaios. É licenciada e bacharel em Letras – Espanhol, pela Faculdade de Letras e tem mestrado em Estudos Literários pelo Pós-Lit, UFMG.

 

Ficha técnica:

 

Peso: 170g
Tamanho: 18,5 x 13 x 0,6 cm

Nº de páginas: 60
ISBN: 978-65-87635-13-2
Ano: 2021

Capa e diagramação: Luisa Rabello

Projeto gráfico: Filipe Costa e Luisa Rabello

A mulher porca - Santiago Loza

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